A Esperança da Caixa de Pandora

Apesar de todo o caos ela existe!

A vida como ela é

with 12 comments

A vida como ela é. As pessoas como elas são. A verdadeira clareza das situações e das atitudes. Por mais simples que sejam essas afirmações é muito difícil colocar todas em prática, pois possuímos uma tendência natural de criar um universo paralelo em nossa imaginação, no qual sempre somos o astro principal.

Se já não bastassem todas as dificuldades do dia-a-dia, nós ainda temos um campo fértil em nossa mente que distorce a realidade em um cenário cor-de-rosa, puxado para o pink. Enxergar com transparência, idoneidade é uma prova complicada num mundo cheio de arestas mal aparadas.

Até mesmo o mais sábio dos homens pode ficar enredado nas armadilhas das próprias ilusões. Sim, a ilusão é a principal culpada pelo nosso sofrimento, pois ela transforma um fato em uma metáfora qualquer.

Tampar o sol com a peneira e fazer de conta que não viu ou ouviu não é a solução para os problemas, muito menos viver como se fosse uma estrela única e absoluta na constelação universal. Porém, infelizmente, algumas pessoas se sentem felizes vivendo dentro de mentiras bem elaboradas e com requintes de sofisticação.

Afinal, quem não quer um mundinho perfeito onde todas as nossas vontades são realizadas? É tão gostoso ser mimada, bajulada e ter todos lambendo seus pés a sua volta. O único detalhe é que isso não passa de uma ilusão, artimanha da vaidade, mais um artifício dos hipócritas.

Se iludir ao ponto de acreditar nas suas próprias mentiras e nas mentiras alheias somente para alimentar o ego é o caminho mais rápido para a desilusão. E isso é tão certo quanto dois e dois são quatro!

Mesmo que a verdade seja dolorida é mil vezes preferível estar a par das coisas como elas são do que viver numa fantasia. A “Terra do Nunca” só é bonita e divertida nos contos infantis.

Na vida real ela pode ser muito amarga quando as máscaras começarem a despencar das faces, quando as cortinas de mentiras forem arrancadas dos palcos e o nevoeiro for dissipado na estrada.

Quando tudo isso acontecer, tudo a sua volta irá desmoronar feito castelo de areia na beira da praia e o único companheiro ao seu lado será a tristeza. O que os outros sentirão? Pena! Sim, a inevitável piedade hipócrita da sociedade.

Por isso, procure enxergar a vida como ela é. Olhar as pessoas como elas são. Vivenciar as situações de forma realista, sem adjetivos. Só sujeito, verbo e complemento. Lembre-se que o nosso mundinho também tem tons de cinza e isso não é vergonha para ninguém. Ruim mesmo é acreditar que existe um mundo todo pink. Isso sim é muito brega. É deprimente!

Written by Babi Arruda

03/02/2012 at 09:36

Imparcialidade: realidade ou utopia?

with 4 comments

Ao se deparar com uma situação complicada onde temos que avaliar ou então julgar certos aspectos vem sempre a tona a famigerada imparcialidade, porque para sermos justos, temos que ser imparciais perante os fatos e as pessoas.

O discurso realmente é muito lindo, porém a prática está muito longe de ser um conto de fadas com final feliz. É muito fácil falar sobre imparcialidade, mas usá-la com eficácia é quase humanamente impossível.

Por quê? Porque somos humanos passíveis a erros e defeitos só para começar. Cada um de nós foi criado de uma forma diferente, com aspectos culturais diversos, com valores morais distintos e influenciados pelo ambiente que vivemos. Só por causa desses “pequenos” detalhes que a imparcialidade se torna algo mais próximo do utópico.

Os meios de comunicação bradam em alto e bom som que sua linha editorial é imparcial, que todas as notícias são apuradas e investigadas pelos diversos ângulos da questão, no entanto, o material humano que fabrica isso não é multifacetado.

E isso é absolutamente normal. Sim, não se choque com esta revelação, mesmo porque você também não é imparcial na sua totalidade. Esse negócio todo de isenção de sentimentos é pura balela, conversa para boi dormir. Não há nada pior que esse discurso besta de candidato a síndico de prédio.

Somos dotados de um aglomerado de sentimentos e sensações que nos diferencia um do outro, e é justamente essa diferença que nos torna especiais, únicos. É através da visão diferenciada de cada um que os acontecimentos ganham novos aspectos e esse pluralismo enriquece as relações interpessoais.

Por isso, eu não acredito que um ser humano é capaz de 100% de imparcialidade. A preocupação e a busca para o mais próximo disso é lógico que deve existir. O que não pode é se frustrar quando perceber que este objetivo não pode ser alcançado plenamente.

Outra coisa que não pode acontecer é achar que possui toda essa neutralidade perante os acontecimentos. Isso seria muita prepotência para não dizer ignorância, no sentido de ignorar a realidade e viver numa constante ilusão de perfeição moral.

Um primeiro passo para treinar a imparcialidade é usá-la com você mesmo. Analisar suas qualidades e defeitos com o máximo de isenção possível. Sem ser tendencioso, sem puxar a sardinha para suas vaidades, sem mimos e estrelismos do ego.

Faça isso e depois me conte o que você conseguiu. Se os 100% de imparcialidade pode ser considerado uma realidade ou uma utopia.

Written by Babi Arruda

29/11/2011 at 14:01

“Tudo vai ficar bem”

with 14 comments

De Babi Arruda & Cláudio Marques

E no meio daquele dia cinza estava ele ali parado com seu sorriso fitando minha alma, despindo meus desejos. Não me importava mais o que acontecia a minha volta. Aquele instante era meu. Aquela vontade era nossa. Delicadamente coloria cada pedaço de meu corpo. Tocando-me sem as mãos, falando comigo em silêncio, despindo-me com olhos, devorando-me em pensamento. E eu, entregue. Distante. Mas com uma certeza: era dele.

Aquele homem me cativava, me trazia a tona toda vez que meus dilemas existenciais me colocavam em baixa. Era ele. E o melhor: ele não sabia disso.

Ele acordava comigo, passava o dia a trabalhar, jantávamos e a noite, numa sincronia perfeita, escrevíamos poesia, textos. Cartas. Líamos o mesmo livro, comentávamos sobre os personagens principais, sobre os coadjuvantes. Inseríamos nossas vidas naquelas páginas. Era fantasioso e ao mesmo tempo excitante. Deitávamos e meticulosamente nosso corpo se encaixava. Mas ele não sabia disso.

Eu existia para ele e não precisava dos meus post its para lembrá-lo. Era torturante saber que eu estava tão presente nele. Nunca fora assim. Eu sempre me deixava perdida, esquecida num canto qualquer devorando as sobras do relacionamento. Mas com ele era diferente. Era inédito, numa versão meio retrô.

Fitava seu rosto tentando decifrar o que não tinha resposta. Tentava colocar em palavras o que estava perfeito nas entrelinhas. E assim me acostumei com sua presença apenas a distância de uma respiração. Só sabia respirar o mesmo ar de um espaço encaixado entre delírios e devaneios.

Era doce dormir nos seus braços e saber que estava me acorrentando a perspectivas. Pensei muitas vezes em fugir, mas quando olhava suas covinhas, que teimosamente surgiam depois de um sorriso, desistia de qualquer plano de dominação mundial. Entregava o meu mundo sem alardes, sem diplomacia ou ordem de despejo. Simplesmente desistia de desistir.

Mesmo percebendo todo o meu embaraço desastrado de tentativas frustradas, ele fingia não entender e me dizia ao pé de ouvido: “tudo vai ficar bem”.

E no instante entre o som e o silêncio residem os sonhos e uma infinidade de palpitações. Reside eu, ele e suas covinhas.

Ah, aquelas covinhas. Tão minhas, mas apenas dele. Eu as contemplava constantemente, mesmo ele nunca as dividindo comigo. Eu acompanhava seu riso e imaginava que ria para mim.

Meu mundo que por diversas noites, dias, madrugadas fez-se tão dele continua sem rumo próprio, seguindo a esmo, procurando cruzar com aquele mundo cheio de covinhas, sorriso e doces noites acompanhada. Pode ser um sonho, mas desse sonho acordo toda manhã. A cada nova manhã, novos dias uma certeza não muda. Ele (ainda) não esta por aqui. Ainda…

Written by Babi Arruda

13/10/2011 at 09:53

Publicado em Contos

Tagged with , , , , ,

Reclamação na ponta da língua

with 4 comments

A maioria das pessoas tem um péssimo hábito: o de reclamar de tudo! Não importa o que aconteça, a reclamação está ali na ponta da língua para os mais diversos acontecimentos. E de tão cotidiano que isso se tornou ninguém mais se espanta com esse tipo de comportamento.

Ok, concordo que por muitas vezes as reclamações são justas e devidas. Isso é um ato democrático e consciente dos seus direitos e deveres. Do que está certo e o que está errado. Justo e inquestionável. No entanto, há aqueles que reclamam além da conta!

Tem os que reclamam a toa, sem analisar com fatos com coerência e disciplina. Acham que são injustiçados pela vida, desafortunados pela sorte, mas no fundo não passam de chatos. É isso mesmo: chatos melancólicos ou se preferir, pessimistas que vivem com uma nuvem preta em cima da cabeça.

Esses maus agouros não conseguem ter um pensamento positivo se quer e anulam inevitavelmente qualquer tipo de energia benéfica ou sensação de bem estar. Não entendem que por muitas vezes uma situação desagradável pode ter uma conseqüência muita positiva no futuro. Nem tudo que achamos ruim é necessariamente prejudicial.

Temos que parar de pensar limitado e ter uma perspectiva a curto prazo. Viver é fundamental e procurar calcular cada passo é muito robótico, tirando toda a humanidade das relações. Não devemos esperar demais da vida nem das pessoas, mas também não podemos ficar lamentando as coisas que não saíram do jeito que a gente queria.

Reclamar muitas vezes se faz desnecessário porque simplesmente não adianta. É um fato e determinados fatos não tem solução ou explicação. São fatos consumados. O ato de se desgastar com palavras que não mudarão os acontecimentos é uma atitude vazia.

Devemos pensar duas vezes antes de colocar na ponta da língua pensamentos de irritação e frustração, porque não há nada mais incômodo do que se tornar uma pessoa indesejada nas rodas sociais ou de amigos. O resultado pode ser desastroso para os relacionamentos de forma em geral.

Diz a lenda que existem aqueles que reclamam de barriga cheia e esse com certeza é uma das grandes verdades da natureza. Tem os que reclamam por reclamar. Só para ser diferente ou excêntrico. Pura falta do que fazer ou mentes em estado vegetativo.

Porém, há os que reclamam por convicção, como se fosse um ofício, uma profissão com carteira assinada. Esses se um dia não reclamarem de alguma coisa cairão de cama, doentes em um leito de hospital.

De uma forma ou outra, sendo um reclamão de ocasião, de situação ou por paixão o fato é que não se tem condições de manter uma postura agressiva o tempo todo. É preciso fechar os olhos, relaxar e ver o outro lado da moeda, as diversas verdades, as filosofias da alma e do coração.

Written by Babi Arruda

28/09/2011 at 13:27

Ausência de medo nos torna livres ou prisioneiros?

with 7 comments

“O medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente” (Wikipédia)

O que é o medo? Você tem medo do que? Como se controla essa sensação de impotência perante alguém ou uma situação? Como classificar ou pior, como simplesmente admitir nossas fraquezas ferindo nossa vaidade de autocontrole?

Eu também não tenho todas essas respostas. São questões delicadas demais para ter uma opinião sólida e totalmente formada. Seria muita arrogância de minha parte sentenciar uma verdade absoluta em relação a um sentimento tão difícil de ser explicado, porém facilmente compreendido, afinal, todos nós temos medos.

Há quem diga que ele deve ser eliminado, dizimado. Uma vez ouvi a seguinte frase: “A ausência de medo nos torna livres”. Analisando essa afirmação, a que conclusão podemos chegar? Que o medo é um inibidor, um limitador de ações, pois com ele não progredimos, paralisamos frente a uma situação.

Já sem ele seríamos capazes de ultrapassar barreiras, alcançando novos patamares de consciência plena e satisfação pessoal. Sim, uma liberdade total de pensamentos e atitudes visando unicamente nosso bem-estar, sem as limitações criadas pelo nosso próprio medo.

Como seríamos mais felizes se perdêssemos o medo de tudo e enfrentaríamos tudo sem medo de nada. Que sensação maravilhosa se sentir livre de qualquer medo que limite nossos desejos! Acabar com todos os temores e ter somente a convicção de fazer o que devemos fazer sem receios ou argumentações hipócritas.

Isso seria o ideal se não fosse por um único detalhe: a ausência total de medo é prejudicial a nossa sobrevivência. Não tem como viver desprovido dessa sensação que auxilia a nossa consciência vital de preservação. Não dá para viver sem medo! Esse botãozinho tem que estar sempre ligado para o nosso próprio bem.

Imaginem só se não tivéssemos medo do bandido, de fogo, de eletricidade, de adoecer etc. Com certeza seríamos um coletivo insano e inconsequente, vivendo de forma imprudente (não que já não façamos isso!). Mas, a subtração desse sentimento em nossas vidas nos faria prisioneiros da prepotência de nossos egos.

Sentir medo não é fraqueza. É ser consciente do nosso poder de ação, até onde podemos ir. Quando ele te paralisa e bloqueia, se torna uma doença: um pavor ou uma fobia. Isso sim deve ser evitado porque suprime os efeitos positivos de um sentimento que tem um conceito negativo na sua origem, mas não totalmente na sua atuação. Podemos dizer que é um mal necessário.

O que deve existir é um equilíbrio ou no mínimo, um controle. Saber balancear o medo nos diversos momentos da vida. Agir com prudência, mas sem ignorar a coragem de tomar uma resolução difícil. Enfrentar as conseqüências sem medo de retaliações. Porém, ao mesmo tempo, temer certas forças que impulsionam a razão pela qual estamos aqui.

Written by Babi Arruda

21/09/2011 at 14:27

Fiscais da felicidade alheia

with 10 comments

Tem algumas pessoas que simplesmente têm medo. Sim, medo de viver, de arriscar, de explorar suas vontades e correr atrás dos seus desejos. Ao invés disso, elas preferem monitorar a vida alheia, apostando todas suas fichas na maledicência, na discórdia, na intriga e no leva-e-traz.

Como não estão satisfeitas com que tem, inertes as ações que poderiam lhe beneficiar, preferem transformar a vida alheia numa novela interativa, dando pitacos e facilitando situações de desconfiança e constrangimentos. E lógico, adoram proliferar informações duvidosas.

Geralmente possuem o título de guardiãs da moral, dos bons costumes e das normas de conduta. Gosto de chamá-las de fiscais (recalcadas) da felicidade alheia ou fofoqueiras, pessoinhas frustradas e infelizes em relação as suas próprias realizações e por isso gostam de viver a vida dos outros. Vazias na essência, maledicentes por opção.

Elas usam isso como uma válvula de escape, uma fuga inconsciente das situações reais. Desiludidas com sua própria história e idealizações, elas projetam no vizinho o estereótipo de modelo ideal e passam a acompanhar o outro como um enredo de novela, só que de uma forma amarga por não conseguir se projetar naquilo.

É muito triste perceber que a cada dia mais pessoas se encontram dentro desse pensamento medíocre e limitado. Elas vivem no total desrespeito pela existência alheia se atendo ao passos do que acontece ao seu redor, mas nunca prestando atenção nas suas próprias atitudes.

Mesmo porque elas não conseguem enxergar suas ações por desprezá-las como um fato. Elas rejeitam o que são e transferem essa relação amargurada para a crítica a terceiros, ainda quando não chegam num estágio pior de criar atritos para que todos sejam infelizes como ela.

Pessoas assim são cânceres sociais porque não produzem nada de positivo. Prejudicam elas mesmas por atrair energias negativas, ficam estagnadas na ignorância e de quebra ainda atrapalham todo o resto com suas inversões de valores.

O que fazer com elas? O melhor conselho que posso dar é assim que você identificar alguém dentro desses padrões mantenha-na bem longe de sua vida e de seu convívio. Não há nada de errado em querer evitar stress desnecessário. Isso é uma escolha consciente e inteligente para te proporcionar qualidade de vida.

Written by Babi Arruda

14/09/2011 at 16:18

Problemas: excluvisidade de todos

with 8 comments

Problemas, problemas, problemas! Sim, todos nós temos e acredito que isso seja uma coisa comum a todos os seres humanos da face da terra. Não importa a fonte, a causa dos aborrecimentos. Seu desdobramento e conseqüências têm o mesmo efeito em nossa alma causando medos, tristezas e inseguranças.

Saber trabalhar de forma positiva os tropeços da vida não é uma coisa simples de fazer, mas que com um pouco de esforço, bom senso e acima de tudo, cabeça aberta para absorver os novos aprendizados sem se trancar numa redoma de rancores e mágoas, já é meio caminho andado para a solução de alguns pequenos entraves.

Chorar pitangas ou se lamuriar pela (má) sorte não adianta absolutamente nada! Isso só atrasa sua vida e enche o saco das pessoas que estão a sua volta. Errou? Tropeçou? Caiu? Enxugue as lágrimas, de uma batidinha na roupa para retirar a poeira, levante a cabeça e continue a caminhar. Ah, machucou?! Faça uma massagem e abra um sorriso.

Talvez isso não ajude a retirar a dor de uma vez só, mas com certeza vai liberar substâncias maravilhosas no seu organismo, fazendo com que você se sinta melhor, mais disposto a continuar a sorrir.

Nenhum ser vivo é tão privilegiado ao ponto de não ter problema algum na sua vida e ninguém é azarado o suficiente para ter somente problemas. Tudo sempre está na medida certa de acordo com a evolução de cada um.

Tenha em mente que situações complicadas de se resolver não são um bicho de sete cabeças, muito menos o fim do mundo. Não adianta se desesperar e querer a qualquer custo uma solução imediata. Muitas vezes o processo é lento e demanda mais dedicação na hora de colocar os pingos nos “is”.

Um dia de cada vez e uma passo atrás do outro. Paciência é uma virtude apesar de ainda ser pouco utilizada no dia-a-dia. Afinal para que ser paciente se o mundo pede agilidade?! Nesse caso, a pressa é inimiga da boa solução e da ótima compreensão dos fatos.

Tomar atitudes impensadas é uma das maiores causas dos problemas se agravarem. O que era um simples ponto passa a ser um borrão gigantesco e as amarguras envolvidas se multiplicam infinitamente.

Por isso, pare de reclamar e olhe para o lado. Você irá concluir que problemas é uma “exclusividade” de todos os seres que respiram e que muitos ainda são bem maiores, piores e mais dramáticos que os seus. Não lamente sua falta de sorte, mas enalteça sua bem aventurança.

Sempre é um milhão de vezes mais fácil encontrar uma agulha no palheiro do que achar alguém desprovido de problemas. Aliás, se isso um dia acontecer, com certeza não será um ser humano, mas sim um extraterrestre ou no mínimo, um acontecimento fantástico, digno de manchete na primeira página!

Written by Babi Arruda

31/08/2011 at 11:39

%d blogueiros gostam disto: