A Esperança da Caixa de Pandora

Apesar de todo o caos ela existe!

Estou bem obrigada

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bem

A palavra é uma mãe ingrata.

Não fala, age.

Por que olhas para mim?

Não gosto que olhes assim.

Deixas-me tonta, embriagada de felicidade e dor.

Sou a fêmea efêmera ingrata, louca, desvairada.

Não tenho jeito, nem conserto, nem igual.

Quanta insanidade essa melancolia fugaz.

Por que vieste agora?

Volta para onde estavas…era melhor assim!

Mas agora que estais aqui,

Ficas…ficas com toda nossa insanidade sã,

Com os delírios de nossas almas perdidas.

Por que lamentas?

Não lamentes tua sorte.

Foi você quem a fez!

Esteja certo que a culpa é sua.

Quem manda não acreditar nas incertezas!

Eu?

Estou bem obrigada.

Estou bem na sua vida.

Não adianta mais tirar me daí.

Queres que eu vá embora?

Posso ir! Mas tenhas a certeza que assim que eu der as costas, continuarei no mesmo lugar!

 

*Publicado em 01/05/2008

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Written by Babi Arruda

26/10/2009 às 16:54

Publicado em Poesias

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