A Esperança da Caixa de Pandora

Apesar de todo o caos ela existe!

Quando…

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POESIAQuando olho pro teu corpo,

Não vejo apenas um homem nu.

Vejo a paz de um lindo amanhecer,

Sinto a brisa da manhã,

Suspirando lentamente no meu ventre e aquele cheiro gostoso de café fresquinho.

Quando me envolves no teu olhar…

Ahh…esse olhar maroto, meio ressabiado, como quem não quer nada, como um cão sem dono, cheio de desejo, cheio de fetiches pagãs.

Ele me corta as veias, os sentidos,

Corta meu corpo numa vontade louca de ser tua.

Sinto-me nua com teu olhar e não me sinto menos pudica por isso!

Quando vejo a tua boca úmida, quente, saborosa,

Sinto-me livre de qualquer máscara que disfarça meus fracassos.

Ahh…que boca mais saborosa!

Que me deixa insana, uivante, delirante, ofegante.

Toma meu corpo, minha alma numa celebração agonizante.

Sugue toda a essência que me traz a vida, a morte.

Estais vendo agora?

Como posso controlar essa vontade involuntária de ser tomada como tua mulher?!

Não adianta refutar.

Meu corpo é uma necessidade vital para os seus delírios.

Por mais que se sinta incompreendido neste conto de fadas,

Sabes que teu corpo pertence as minhas fantasias.

E isto é a tua verdade sem máscaras!

A tua realidade!

Surreal?

Mas como não poderia deixar de ser se somos feitos de sonhos!

Uma complexa metáfora da gramática cotidiana:

Sujeitos sem verbos,

Mas sujeitos a complementos!

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Written by Babi Arruda

22/10/2009 às 00:33

Publicado em Poesias

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